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O Homem de Aço: Superman não tem heroísmo?


Olá, meus caros. Estamos começando um novo quadro na página do Twitter. Ele se chama "Refutando Haters". O intuito é apresentar uma típica frase que todo hater gosta de usar e contra-argumentá-la, apenas para que não prevaleça uma única narrativa.

 

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Todos vocês, fãs do SnyderVerso, já presenciaram discussões, falas ou comentários dos mais variados sobre as obras e os personagens do Snyder. Alguns conseguem beirar ao ridículo, mais parece hate que argumento. Pensando nisso, começaremos este quadro a partir de hoje, sempre as segundas-feiras.


Para inaugurá-lo, a típica frase desta segunda-feira será de um internauta daqui do Twitter, que teve a cara-de-pau de dizer que: "o Superman de o Homem de Aço não tem heroísmo".

 


Mas, antes, é preciso saber o que é heroísmo. Segundo o dicionário, heroísmo nada mais é que um ato de fibra, bravura e coragem. Aquele que se doa e se entrega pelos outros, que coloca os outros antes de si mesmo. Que prefere morrer e se sacrificar em prol de algo bom.


Desde moço, podemos ver que Clark já possuía uma boa índole, como  quando se jogou no lago para salvar o ônibus escolar e impedir que seus colegas de classe se afogassem.

 

Outros exemplos de salvamento estão presentes na obra durante a trama, como, por exemplo, ele impedindo que uma haste solta esmagasse um tripulante na embarcação onde trabalhava ou salvando pessoas de um incêndio numa plataforma petrolífera. Aqui, começa a alvorecer seu heroísmo.


Ao se entregar aos Kryptonianos, Lois pergunta a Clark o porquê dele estar se rendendo a Zod. Ele olha para ela com um sorriso de canto e responde: "Não estou me rendendo a Zod, estou me entregando pela humanidade". 


Ao ver que podia restaurar toda a raça Kryptoniana, Clark enxerga uma oportunidade de ouro para a sobrevivência de seu povo, mas percebe que, para isso acontecer, seria com um custo muito elevado. Teria de abdicar de toda a raça humana e permitir um crime de alto escalão: um genocídio. 


Clark, mesmo sendo um alienígena, fora criado por dois humanos com vida simples, em uma cidade simples. Cresceu e amadureceu em outra terra, em outro mundo. Aqui, ele aprendeu adaptar sua biologia, aprendeu os costumes do povo da terra, a cultura e, principalmente, o sentimento humano.  


Essa característica é o ponto crucial de sua escolha e decisão. Mesmo sabendo que seu povo poderia ser restaurado, Clark sente que não poderia deixar aqueles inocentes deste novo mundo pagar o preço alto pelas falhas de outrora, de um mundo distante que pereceu por sua própria irresponsabilidade.


Ao tentar conter a ameaça de Faora e cia numa cidadezinha e com os soldados americanos atirando em sua direção de seus aviões, Clark decide não revidar aos humanos e, ao mesmo, tempo tenta impedir os Kryptonianos de destruir a cidade. 


Mesmo com os humanos atirando nele, Clark ainda se dispõe a saltar e resgatar, de uma queda livre, os soldados americanos e evitar que muitos deles caíssem de seus aviões ou fossem mortos por Faora. 



Pronto a destruir a nave Kryptoniana, peça-chave para a câmara de gênese e criação artificial de futuros kryptonianos, Zod suplica a Clark dizendo: "Pare, se você destruir essa nave, vai destruir Krypton". Por um instante, Clark hesita, mas decidido, responde: "Krypton já teve sua chance". Ele escolhe a Terra, os humanos.


Ao viajar para o outro lado do mundo, Clark, além de um luta ferrenha contra a tecnologia kryptoniana da máquina planetária de terraformação, tinha que lidar com as fraquezas que a mesma nave lhe produzia por mudar a atmosfera, interferindo em sua biologia.


E mesmo com todos os percalços, dores, incômodos, desconfortos e a possibilidade de morrer, ele não desistiu até que a nave de terraformação fosse destruída, impedindo que o plano de Zod se concretizasse.


Sedento por vingança, Zod tenta de todas as maneiras destruir a raça humana por sentir que seu propósito de nascimento havia sido usurpado. Mesmo pela polêmica cena de quebrar o pescoço de Zod, Clark preferiu não deixar que uma família inocente perecesse pela loucura de um igual.


O filme 'O Homem de Aço' tem, em várias momentos, diversos elementos de heroísmo por parte do herói. Muitos não entendem, mas em momento algum esse Superman deixou de ser o que é ser o Superman. O que define esse herói é sua empatia e amor pela humanidade, podendo ser visto na obra.


Não quero vê-lo salvando gatinhos, rindo o tempo inteiro com um sorriso enferrujado. Quero ver as decisões dele, as atitudes dele, pois apenas assim, se mede uma pessoa. É isso que define alguém. Atitudes falam mais que mil palavras e esse Superman tem de sobra.

 

Percebi que o bom da vida muito se encontra na arte. Sou apenas alguém que a observa e a deixa se comunicar, permitindo que sua graça se transmita a eu sentir sua excelência. Sendo assim, ela fala sem dizer nada, e na voz do seu silêncio, tornou-se minha amada. Foi assim que descobri gosto por obras primas como O Senhor dos Anéis, Star Wars e DC. E nesse mundo da imaginação, sou aquele fortemente ligado a fantasia e ficção.

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